HIBRIDIZAÇÃO CULTURAL E PAISAGENS SONORAS: INFLUÊNCIAS NA FORMAÇÃO DE JOVENS MÚSICOS

Autores

  • Silvio Gleisson Bezerra Universidade Federal Rural de Pernambuco image/svg+xml
  • Maria Salett Tauk Santos

DOI:

https://doi.org/10.21527/2179-1309.2020.111.64-79

Palavras-chave:

Hibridização; Paisagens Sonoras; Formação Musical, Juventude.

Resumo

O objetivo desta investigação foi analisar o trabalho de formação de jovens músicos, desenvolvido pela Sociedade Musical 15 de Agosto na cidade de Aliança, Zona da Mata de Pernambuco, à luz da teoria da hibridização cultural de Canclini (2015) e dos estudos das paisagens sonoras de Schafer (2011). Desse modo, buscou-se compreender como as hibridizações se fazem presentes no processo de educação não formal de jovens, colaborando à construção de uma produção musical que faz parte de uma paisagem sonora local contemporânea sob as influências da cultura massiva. A investigação de caráter qualitativo, fundamentou-se na combinação de técnicas como a pesquisa bibliográfica, a análise documental, a observação direta com a utilização de diário de campo e a realização de entrevistas semiestruturadas com os sujeitos da pesquisa. Através da interpretação dos dados à luz das teorias escolhidas como indicadores, foram observados indícios de uma produção musical hibridizada, tendo os  jovens como protagonistas do processo de formação musical. Além disso, os participantes da entidade identificaram através dos depoimentos, a presença de uma paisagem sonora híbrida, como parte de uma diversidade das culturas populares que comportam elementos da região e da cultura de massa transnacional.

Biografia do Autor

  • Maria Salett Tauk Santos
    Doutora em Ciências da Comunicação pela ECA/USP. Professora do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural e Desenvolvimento Local– Posmex da Universidade Federal Rural de Pernambuco.

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Publicado

2020-05-04

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

HIBRIDIZAÇÃO CULTURAL E PAISAGENS SONORAS: INFLUÊNCIAS NA FORMAÇÃO DE JOVENS MÚSICOS. (2020). Revista Contexto & Educação, 35(111), 64-79. https://doi.org/10.21527/2179-1309.2020.111.64-79