Percepciones del desarrollo sostenible entre estudiantes de secundaria en Sapiranga-RS
DOI:
https://doi.org/10.21527/2237-6453.2026.64.17650Palabras clave:
Desarrollo Sostenible, Consumo Consciente, Economía Circular, Sostenibilidad, Educación AmbientalResumen
Este estudio busca identificar el nivel de comprensión del desarrollo sostenible entre estudiantes de secundaria de escuelas públicas y privadas, analizando cómo estos jóvenes se posicionan en relación con los imperativos de la sostenibilidad. La investigación adoptó un enfoque cuantitativo descriptivo, mediante una encuesta aplicada a 239 estudiantes de escuelas públicas y privadas en Sapiranga/RS. Los resultados revelan una adhesión selectiva a las prácticas sostenibles: si bien existe participación en el mantenimiento de dispositivos electrónicos para combatir la obsolescencia y en la separación de residuos, existe resistencia a los modelos de economía colaborativa, como el alquiler y el uso compartido de bienes. Se encontró que las variables sociodemográficas y el tipo de institución (pública o privada) no influyen significativamente en el nivel de conciencia ambiental de la muestra. Se concluye que, si bien estos jóvenes reconocen la calidad de los productos ecológicos, el comportamiento de consumo aún está mediado por la cultura de la propiedad. El estudio destaca la necesidad de políticas educativas que trasciendan el reciclaje básico, promoviendo la economía colaborativa y el mercado de segunda mano como estrategias para la transición hacia una economía circular.
Referencias
ABDALLA, F. A.; SAMPAIO, A. C. F. Os novos princípios e conceitos inovadores da economia circular. Entorno Geográfico, n. 15, p. 82–102, 2018. DOI: https://doi.org/10.25100/eg.v0i15.6712.
ARENHARDT, D. L. et al. Comportamento, atitudes e consciência ambiental quanto ao descarte de telefones celulares: um estudo quantitativo na cidade de Santa Maria, Rio Grande do Sul. Brazilian Journal of Management / Revista de Administração da UFSM, v. 9, p. 43–60, 2016. DOI: https://doi.org/10.5902/1983465919486.
BABBIE, E. Métodos de pesquisa de survey. 2. reimp. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2003.
BACOVIS, M. M. C. Sintetizando a pesquisa sobre economia circular através do uso de mapas conceituais. Revista Espacios, v. 40, n. 3, 2019. Disponível em: http://www.revistaespacios.com/a19v40n03/a19v40n03p15.pdf.
BRUNDTLAND, G. H. Nosso futuro comum: Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. 2. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1991.
CHAIS, C.; MACHADO, C. P.; SCOPEL, A. M.; TONI, D. Consumo consciente: uma alternativa para o desenvolvimento sustentável. Global Manager, v. 13, 2013. Disponível em: http://ojs.fsg.br/index.php/global/article/view/770/717.
COSENZA, J. P.; ANDRADE, E. M.; ASSUNÇÃO, G. M. A circular economy as an alternative for Brazil’s sustainable growth: analysis of the National Solid Waste Policy. Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (GeAS), v. 9, n. 1, p. 1–28, 2020. DOI: https://doi.org/10.5585/geas.v9i1.16147.
COSTA, A. J. S. T.; LIMA, C. S.; LIMA, L. S. A tomada de consciência nas relações de consumo: cidadãos conscientes e sociedades sustentáveis. Revista Geográfica Acadêmica, v. 14, n. 1, p. 5–15, 2020.
COSTA, C.; SCHREIBER, D.; FIGUEIRÓ, P. S.; VIANA, L. P. Análise do marketing verde da empresa Natura Cosméticos. Desafio Online, v. 11, n. 3, 2023. DOI: https://doi.org/10.55028/don.v11i3.17694.
DA SILVA FILHO, J. A. et al. Aplicação da pegada ecológica como indicador de sustentabilidade para análise da geração de resíduos sólidos urbanos. ABC, v. 6, n. 3, 2019. DOI: https://doi.org/10.21726/abc.v6i3.509.
DE LIMA PEDRO, Q. C.; MASSULO ALBERTIN, R.; FERNANDES VIOTTO, H. G. Mobilidade sustentável: o uso da bicicleta como meio de transporte em Maringá, PR, Brasil. Terr@ Plural, v. 13, n. 3, p. 313–327, 2019. DOI: https://doi.org/10.5212/TerraPlural.v.13i3.0020.
DE LIRA, F. T. Fatores que influenciam a valorização de produtos ecológicos por consumidores ecologicamente conscientes. Environmental & Social Management Journal / Revista de Gestão Social e Ambiental, v. 12, n. 2, p. 75–92, 2018. DOI: https://doi.org/10.24857/rgsa.v12i2.1491.
EFING, A. C.; RABELO, C. A. Consumo consciente e a instalação de redes elétricas inteligentes para um desenvolvimento sustentável. RDSPP, v. 8, n. 1, 2020. DOI: https://doi.org/10.25245/rdspp.v8i1.503.
ELKINGTON, J. Cannibals with forks: The triple bottom line of 21st century business. Oxford: Capstone Publishing, 1997.
ELKINGTON, J. Green swans: the coming boom in regenerative capitalism. Nova York: Fast Company Press; 2020.
ELLEN MACARTHUR FOUNDATION. Rumo à economia circular: o racional de negócio para aceleração da transição. 2015. Disponível em: https://archive.ellenmacarthurfoundation.org/assets/downloads/Rumo-%C3%A0-economia-circular_SumarioExecutivo.pdf.
ELLEN MACARTHUR FOUNDATION. O imperativo da natureza: como a economia circular enfrenta a perda de biodiversidade. 2021.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
GONÇALVES, S. S.; VASCONCELOS, F. C. W.; BARROS, R. T. V. Gestão de resíduos sólidos urbanos sob a óptica dos gestores municipais. Desafio Online, v. 10, n. 3, 2022. DOI: https://doi.org/10.55028/don.v10i3.15269.
HAIR, J. F.; BLACK, W. C.; BABIN, B. J.; ANDERSON, R. E.; TATHAM, R. L. Análise multivariada de dados. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009.
HANAUER, G. O.; SCHREIBER, D.; VIANA, L. P. Inovação sustentável em uma indústria química. Revista de Estudos Ambientais (REAT), v. 19, n. 2, 2025. DOI: https://doi.org/10.15210/reat.v19i2.29593.
IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Portal Cidades: Sapiranga-RS. 2021. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rs/sapiranga/panorama.
IDEIA CIRCULAR. O que é economia circular? 2020. Disponível em: https://www.ideiacircular.com/economia-circular/.
INEP – INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA. Sinopse estatística da educação básica 2021. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/pesquisas-estatisticas-e-indicadores/censo-escolar/resultados.
KIRCHHERR, J.; REIKE, D.; HEKKERT, M. Conceptualizing the circular economy: an analysis of 114 definitions. Resources, Conservation & Recycling, v. 127, p. 221–232, 2017. DOI: https://doi.org/10.1016/j.resconrec.2017.09.005.
KUSMA, E. L.; SEHNEM, S.; BENCKE, F. F.; ROMAN, D. J. Design do método de pesquisa em economia circular: uma revisão sistemática de literatura. RGO – Revista Gestão Organizacional, v. 13, n. 3, 2019. DOI: http://dx.doi.org/10.22277/rgo.v13i3.4999.
LIED, E. B. et al. Sustentabilidade ecológica pelo cálculo da pegada ecológica. Ambiência, v. 15, n. 1, 2019. Disponível em: https://revistas.unicentro.br/index.php/ambiencia/article/view/4312.
MAGLIO, L. M.; GALLARDO, A. L. C. F. Políticas públicas aplicadas ao transporte urbano de baixo carbono na cidade de São Paulo. Gestão e Regionalidade, v. 36, n. 109, p. 246–266, 2020. DOI: https://doi.org/10.13037/gr.vol36n109.5897.
MARCONDES, G. 12 R’s. 2022. Disponível em: https://gabrielamarcondes.com.br/12rs.
MOLINARI, J.; CAUCHICK-MIGUEL, P. A. Product-service systems and sustainable features. Revista Exacta, v. 15, n. 3, p. 421–434, 2017. DOI: https://doi.org/10.5585/ExactaEP.v15n3.6982.
MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística básica. 8. ed. São Paulo, SP: Saraiva, [2013]. xx, 548 p. ISBN 9788502207998.
NETO, A. R. V. et al. Fatores que influenciam os consumidores da geração Z na compra de produtos eletrônicos. RACE – Revista de Administração, Contabilidade e Economia, v. 14, n. 1, p. 287–311, 2015.
OLIVEIRA, R. R.; LUBAMBO, C. W. Inovação social e investigação apreciativa como abordagens transformacionais da sustentabilidade. Desafio Online, v. 13, n. 3, 2025. DOI: https://doi.org/10.55028/don.v13i3.20177.
PADILHA, N. S. Fundamentos constitucionais do direito ambiental brasileiro. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
PANSERA, S. P.; COMIN, L. C.; JULKOVSKI, D. J. Economia circular em negócios de segunda mão. AOS – Amazônia, Organizações e Sustentabilidade, v. 10, n. 1, p. 41–58, 2021. DOI: https://doi.org/10.17648/aos.v10i1.2089.
PASTORE, S. et al. Consumo consciente: uma análise entre os alunos de uma instituição de ensino superior da Serra Gaúcha. Caxias do Sul: Universidade de Caxias do Sul, 2015.
PRODANOV, C. C.; FREITAS, E. C. Metodologia do trabalho científico: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. ed. Novo Hamburgo: Feevale, 2013.
RAPOSO, J. F.; TERRA, C. F. Economia da partilha e práticas de comunicação organizacional em tempos de Covid-19. Comunicação e Sociedade, n. 39, 2021. DOI: https://doi.org/10.17231/comsoc.39(2021).2851.
SACHS, I. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Garamond, 2002.
SACHS, I. Desenvolvimento includente, sustentável, sustentado. Rio de Janeiro: Garamond, 2004.
SALES, R. K. L.; AMARO, A. C.; BALDI, V. O papel da confiança na economia de partilha: uma análise bibliométrica da literatura até 2018. In: CISTI – Iberian Conference on Information Systems & Technologies. Anais […]. 2019. p. 1–6.
SCHULTE, N. K. Consumo consciente: um desafio para o design de moda. DA Pesquisa, n. 6, p. 588–601, 2018. DOI: https://doi.org/10.5965/1808312904062009588.
SIQUEIRA SOARES, J. A. et al. Mobilidade urbana sustentável: fatores determinantes da escolha pelo transporte alternativo na percepção dos usuários. Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (GeAS), v. 6, n. 2, p. 31–41, 2017. DOI: https://doi.org/10.5585/geas.v6i2.833.
SOUZA, J. S.; MIYAZAKI, V. K.; ENOQUE, A. G. Reflexões acerca do consumo verde e sustentável na sociedade contemporânea. Cadernos EBAPE.BR, v. 17, n. 2, p. 403–413, 2019. Disponível em: https://periodicos.fgv.br/cadernosebape/article/view/67434.
TOBIAS, C. M.; ANES, C. E. R. Desenvolvimento sustentável e turismo: uma compreensão da sustentabilidade turística na Trilha dos Santos Mártires das Missões/RS. Desenvolvimento em Questão, v. 22, n. 60, p. e14518, 2024. DOI: https://doi.org/10.21527/2237-6453.2024.60.14518
TÓDERO, M.; MACKE, J.; BIASUZ, T. S. O consumo consciente e a relação com as ações de responsabilidade social empresarial. Revista de Gestão Social e Ambiental (RGSA), v. 5, n. 1, p. 28–42, 2011. DOI: https://doi.org/10.24857/rgsa.v5i1.284.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Dusan Schreiber, Giseli Vecchietti, Luciane Pereira Viana

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Ao publicar na Revista Desenvolvimento em Questão, os autores concordam com os seguintes termos:
Os trabalhos seguem a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), que permite:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato;
Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim, inclusive comercial.
Essas permissões são irrevogáveis, desde que respeitados os seguintes termos:
Atribuição — Atribuição — os autores devem ser devidamente creditados, com link para a licença e indicação de eventuais alterações realizadas.
Sem restrições adicionais — não podem ser aplicadas condições legais ou tecnológicas que restrinjam o uso permitido pela licença.
Avisos:
A licença não se aplica a elementos em domínio público ou cobertos por exceções legais.
A licença não garante todos os direitos necessários para usos específicos (ex.: direitos de imagem, privacidade ou morais).
A revista não se responsabiliza pelas opiniões expressas nos artigos, que são de exclusiva responsabilidade dos autores. O Editor, com o apoio do Comitê Editorial, reserva-se o direito de sugerir ou solicitar modificações quando necessário.
Somente serão aceitos artigos científicos originais, com resultados de pesquisas de interesse que não tenham sido publicados nem submetidos simultaneamente a outro periódico com o mesmo objetivo.
A menção a marcas comerciais ou produtos específicos destina-se apenas à identificação, sem qualquer vínculo promocional por parte dos autores ou da revista.
Contrato de Licença (para artigos publicados a partir de 2025): Os autores mantêm os direitos autorais sobre seu artigo, e concedem a Revista Desenvolvimento em Questão o direito de primeira publicação.
