Dinâmica e perspectivas de produtos emergentes do complexo soja
DOI:
https://doi.org/10.21527/2237-6453.2025.62.16865Palavras-chave:
biodiesel, glicerol, comércio internacional, complexo sojaResumo
O objetivo deste trabalho é realizar uma análise exploratória da dinâmica recente para o biodiesel e o glicerol – denotados como produtos emergentes do complexo soja –, explorando sobretudo o panorama mundial para esses produtos e traçando perspectivas. Entre os principais resultados, pode-se destacar: i) há tendência de crescimento da comercialização do biodiesel, amparada pela crescente preocupação com impactos ambientais; ii) o glicerol tem acompanhado esse crescimento, visto ser subproduto da produção, colocando em questão as oportunidades potencialmente auferidas nos sentidos econômico e ambiental a partir do aproveitamento de tal resíduo, em contraponto às dificuldades relacionadas a seus graus de purificação, os quais limitam seus usos – se estabelecendo um cenário complexo; iii) no cenário mundial do biodiesel, os países europeus se destacam tanto como exportadores quanto como importadores, e fortaleceram esse protagonismo no período; iv) no cenário mundial do glicerol, os principais exportadores estão bem distribuídos na Ásia, Europa e América, ao passo que a China se destaca como principal país importador.
Referências
ABIOVE. Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais. Estatísticas 2023. Disponível em: https://biodiesel.abiove.org.br/estatisticas-2023/. Acesso em: 5 abr. 2024.
ABIOVE. Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais. Estatísticas 2024a. Disponível em: https://biodiesel.abiove.org.br/estatisticas-2024/. Acesso em: 6 abr. 2024.
ABIOVE. Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais. Estatísticas 2024b. Estatísticas. Disponível em: https://abiove.org.br/estatisticas/. Acessado em: 7 mar. 2024.
AGUIAR, Ana Beatriz et al. Biocombustíveis e descarbonização: oportunidades político-regulatórias para a transição energética brasileira. Rio de Janeiro: FGV Energia, 2023. Disponível em: https://repositorio.fgv.br. Acesso em: 13 dez. 2024.
ANP. Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. Painel dinâmico produtores do biodiesel. 2024. Disponível em: https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiOTlkODYyODctMGJjNS00MGIyLWJmMWItNGJlNDg0ZTg5NjBlIiwidCI6IjQ0OTlmNGZmLTI0YTYtNGI0Mi1iN2VmLTEyNGFmY2FkYzkxMyJ9&pageName=ReportSection8aa0cee5b2b8a941e5e0%22. Acesso em: 5 abr. 2024.
ALHAJJ, M. J. et al. Lecithins from vegetable, land, and marine animal sources and their potential applications for cosmetic, food, and pharmaceutical sectors. Cosmetics, v. 7, n. 4, p. 87, 2020.
ALMEIDA, João R. M.; FÁVARO, Léia C. L.; QUIRINO, Betania F. Biodiesel biorefinery: opportunities and challenges for microbial production of fuels and chemicals from glycerol waste. Biotechnology for Biofuels, v. 5, art. 48, 2012. Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1186/1754-6834-5-48. Acesso em: 10 jun. 2025.
ALVES, L. R. A. et al. Estrutura da cadeia produtiva e transmissão de preços da soja entre o produtor e o mercado varejista no Brasil. Desenvolvimento em Questão, Ijuí: Editora Unijuí, v. 20, n. 58, 3 mar. 2022.
AMIS. Agricultural Market Information System. AMIS Market Monitor, Rome: Amis, Issue 107, 2023. Disponível em: https://www.amisoutlook.org/fileadmin/user_upload/amis/docs/Market_monitor/AMIS_Market_Monitor_Issue _107.pdf . Acesso em: 15 mar. 2024.
ATTARBACHI, T.; KINGSLEY, M. D.; SPALLINA, V. New trends on crude glycerol purification: A review. Fuel, v. 340, p. 127485, 2023.
BEATRIZ, A.; ARAÚJO, Y. J. K.; LIMA, D. P. Glicerol: um breve histórico e aplicação em sínteses estereosseletivas. Química Nova, v. 34, p. 306-319, 2011.
BIODIESELBR. Biodiesel foi o destino do óleo de metade da soja esmagada no Brasil em 2021. Disponível em: https://www.biodieselbr.com/noticias/materia-prima/uso/biodiesel-foi o-destino-do-oleo-de-metade-da-soja-esmagada-no-brasil-em-2021-180222. Acesso em: 6 abr. 2024.
BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. CNPE aprova aumento para 12% da mistura de biodiesel ao diesel a partir de abril. Disponível em: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/cnpe-aprova-aumento-para-12-da mistura-de-biodiesel-ao-diesel-a-partir-de-abril . Acessado em: 2 abr. 2024.
BRASIL. Senado Federal. Queda nas “commodities” reduz em US$ 25 bi exportações do Brasil. Disponível em https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/513776/noticia.html?sequence=1 Acesso em: 7 mar. 2023.
CAMPOS, Marcos Abdalla; SÁ, Camila Dias de. Brasil x Holanda: quem exporta mais no agro? Agro in Data, São Paulo, 24 jan. 2024. Disponível em: https://agro.insper.edu.br/agro-in-data/artigos/brasil-x-holanda-quem-exporta-mais-no-agro. Acesso em: 24 ago. 2026. Acesso em: 6 abr. 2024.
CASTEJON, Letícia Vieira. Estudo da clarificação da lecitina de soja. 2010. 140 f. Dissertação (Mestrado em Engenharias) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2010. Disponível em: https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/15152. Acesso em: 6 abr. 2024.
CASTRO, Antônio Maria Gomes de; LIMA, Suzana Maria Valle; CRISTO, Carlos Manuel Pedroso Neves. Cadeia produtiva: marco conceitual para apoiar a prospecção tecnológica. In: SIMPÓSIO DE GESTÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, 22., Salvador, 2002. In: BRASIL. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Programa Brasileiro de Prospectiva Tecnológica Industrial. [S. l.]: Onudi, 2002. Disponível em: https://fcf.unse.edu.ar/archivos/posgrado/2002.cadeiaprodutiva.marcoconceitual.prospeccaotecnologica.pdf. Acesso em: 10 jun. 2025.
CEPEA. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. Agromensal, nov. 2013. Disponível em: https://www.cepea.esalq.usp.br/upload/revista/pdf/0036478001466181864.pdf. Acesso em: 2 abr. 2024.
CEPEA. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. Agromensal, out. 2019. Disponível em: https://www.cepea.esalq.usp.br/br/categoria/agromensal.aspx?mes=10&ano=2019 Acesso em: 7 mar. 2022.
CEPEA. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. PIB da cadeia de soja e biodiesel. 2024a. Disponível em: https://www.cepea.esalq.usp.br/br/pib-da-cadeia de-soja-e-biodiesel-1.aspx. Acesso em: 2 abr. 2024.
CEPEA; ABIOVE. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada; Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais. Cepea/Abiove: dados do 3° tri apontam crescimento de 21% no PIB da soja e do biodiesel em 2023. 2024b. Disponível em: https://cepea.esalq.usp.br/br/releases/cepea-abiove-dados-do-3-tri apontam-crescimento-de-21-no-pib-da-soja-e-do-biodiesel-em2023.aspx#:~:text=Ainda%20assim%2C%20o%20PIB%20da,do%20mesmo%20per%C3%A Dodo%20de%202022. Acesso em: 6 abr. 2024.
CEPEA. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. Comissão Europeia. Biofuels. Metodologia – PIB do agronegócio brasileiro: base e evolução. Piracicaba, 2017. Disponível em: https://energy.ec.europa.eu/topics/renewable energy/bioenergy/biofuels_en#:~:text=The%20Commission%20adopted%20in%20June,targe t%20for%20renewables%20in%20transport. Acesso em: 2 abr. 2024.
CHEILARI, A. et al. Effects of the fuel price crisis on the energy efficiency and the economic performance of the European Union fishing fleets. Marine Policy, v. 40, p. 18-24, jul. 2013. DOI: https://doi.org/10.1016/j.marpol.2012.12.006. Acesso em: 5 abr. 2024.
CONAB. Companhia Nacional de Abastecimento. Série histórica das safras – soja. Disponível em: https://www.conab.gov.br/info-agro/safras/serie-historica-das safras/itemlist/category/911-soja. Acesso em: 5 abr. 2024.
CADE. Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Ministério da Justiça e Segurança Pública – MJSP. Parecer nº 9/2020/CGAA3/SGA1/SG., 2020.
ELSAYED, Mahdy et al. Sustainable valorization of waste glycerol into bioethanol and biodiesel through biocircular approaches: a review. Springer Nature Switzerland, 2023. Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s10311-023-01671-6. Acesso em: 10 jun. 2025.
EMBRAPA. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Biodiesel. 2021a. Disponível em: https://www.embrapa.br/agencia-de-informacaotecnologica/tematicas/agroenergia/biodiesel. Acesso em: 5 abr. 2024
EMBRAPA. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Glicerol. 2021b. Disponível em: https://www.embrapa.br/agencia-de-informacao-tecnologica/tematicas/agroenergia/p-d-e-i/biodiesel/glicerol. Acesso em: 7 mar. 2024.
EMBRAPA. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Soja em números (safra 2022/23). Disponível em: https://www.embrapa.br/soja/cultivos/soja1/dados economicos. Acesso em: 15 mar. 2024.
EPE. Empresa de Pesquisa Energética. Análise de conjuntura dos biocombustíveis. 2022. Brasília: EPE, 2023. Disponível em: https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dadosabertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-756/NT-EPE-DPG-SDB-2023-01_Analise_de_Conjuntura_dos_Biocombustiveis_Ano2022.pdf . Acesso em: 15 mar. 2024.
EPA. Environmental Protection Agency. EPA Finalizes New Renewable Fuel Standards to Strengthen U.S. Energy Security and Support U.S. Agriculture. Disponível em: https://www.epa.gov/newsreleases/epa-finalizes-new-renewable-fuel-standards-strengthen-us energy-security-support-us. Acesso em: 2 abr. 2024.
EPA. ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY. EPA Takes Next Steps on Renewable Fuel Standard Program for 2023-25. 2023. Disponível em: https://www.epa.gov/newsreleases/epa-takes-next steps-renewable-fuel-standard-program-2023-25. Acessado em: 2 abr. 2024.
EUROPEAN COMMISSION. Clean Energy for All Europeans. Bruxelas: Comissão Europeia, 2023. Acesso em: 26 mar. 2023. Disponível em: https://energy.ec.europa.eu/topics/energy strategy/clean-energy-all-europeans-package_en. Acesso em: 5 abr. 2024.
FAO. Food and Agriculture Organization. Economic aspects of biofuels: An overview of the biofuel sector and its economic impacts. Disponível em: https://www.fao.org/3/BO103e/BO103e.pdf. Acesso em: 7 mar. 2024.
FRÉ, Nicéia Chies da. Obtenção de ácidos graxos a partir da acidulação de borra de neutralização de óleo de soja. 2009. 112 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Química) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2009.
GERIS, R.; SANTOS, N. A. C. dos; AMARAL, B. A.; MAIA, I. de S.; CASTRO, V. D.; CARVALHO, J. R. M. Biodiesel de soja: reação de transesterificação para aulas práticas de química orgânica. Química Nova, São Paulo, v. 30, n. 5, p. 1369-1373, 2007.
GONDIN, Pedro Henrique Rodrigues. Industrialização da soja no Brasil. 2019. 24 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Química) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2019.
GUIMARÃES, P. R. B. Métodos quantitativos estatísticos. Curitiba: Iesde Brasil, 2008. p. 252.
HIRAKURI, M. H.; LAZZAROTTO, J. J. O agronegócio da soja nos contextos mundial e brasileiro. Embrapa Soja-Documentos, Infoteca-E, 2014.
IEA. International Energy Agency. Transport biofuels – Renewables 2023 – Analysis. 2023. Disponível em: https://www.iea.org/reports/renewables-2023/transport-biofuels. Acesso em: 6 abr. 2024.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. PAM. Produção agrícola municipal. Disponível em: https://sidra.ibge.gov.br/pesquisa/pib-munic/figuras. Acesso em: 7 mar. 2023.
IRENA. International Renewable Energy Agency. Renewables 2023. Disponível em: https://iea.blob.core.windows.net/assets/96d66a8b-d502-476b-ba94-54ffda84cf72/Renewables_2023.pdf. Acesso em: 7 mar. 2024.
KOHLHEPP, Gerd. Análise da situação da produção de etanol e biodiesel no Brasil. Estudos Avançados, São Paulo, v. 24, n. 68, p. 223-253, 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ea/a/MNFwMJCCTstYyj3nKRSD5QJ/?format=html. Acesso em: 10 jun. 2025.
LAZZARINI, S. G.; NUNES, R. Competitividade do sistema agroindustrial da soja. São Paulo: Pensa: USP, 2000.
LIU, Y.; ZHONG, B.; LAWAL, A. Recovery and utilization of crude glycerol, a biodiesel byproduct. RSC Advances, v. 12, n. 43, p. 27.997-28.008, 2022.
MACHADO, R. P. Produção de etanol a partir de melaço de soja. 1999. Dissertação (Mestrado em Engenharia Química) – Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 1999.
MACHADO, B. A. S. et al. Mapeamento tecnológico do glicerol/glicerina sob o enfoque em documentos de patentes depositados no Brasil. Cadernos de Prospecção, v. 5, n. 1, p. 14-22, 2012.
MANDARINO, J. M. G.; HIRAKURI, M. H.; ROESSING, A. C. Tecnologia para produção do óleo de soja: descrição das etapas, equipamentos, produtos e subprodutos. Londrina: Embrapa Soja, 2015. 42 p. (Embrapa Soja. Documentos, 171).
MAPA. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. CNPE aprova aumento para 12% da mistura de biodiesel ao diesel a partir de abril. Disponível em: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/cnpe-aprova-aumento-para-12-da mistura-de-biodiesel-ao-diesel-a-partir-de-abril. Acesso em: 2 abr. 2024.
MDIC. Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Exportação e importação geral. Disponível em: http://MIDIC.mdic.gov.br/pt/geral. Acesso em: 7 mar. 2024.
MOKLIS, M. H.; CHENG, S.; CROSS, J. S. Current and future trends for crude glycerol upgrading to high value-added products. Sustainability, v. 15, n. 4, p. 2.979, 2023.
MONTEIRO, M. R. et al. Glycerol from biodiesel production: Technological paths for sustainability. Renewable and Sustainable Energy Reviews, v. 88, p. 109-122, maio 2018. DOI: https://doi.org/10.1016/j.rser.2018.02.019. Acesso em: 6 abr. 2024.
NOVI, J. C. et al. Análise da gestão de glicerol: riscos e oportunidades sobre sua destinação frente à lacuna normativa e aspectos sustentáveis. Revista Eletrônica de Administração, v. 24, n. 3, p. 217-243, 2018.
OEC. Observatory of Economic Complexity. Perfil de comércio de Glycerol (glycerine), crude and glycerol waters & lye. Disponível em: https://oec.world/en/profile/hs/glycerol-glycerine-crude-and-glycerol-waters-lye. Acesso em: 13 dez. 2024a.
OEC. Observatory of Economic Complexity. Biodiesel and Mixtures Thereof. Disponível em: https://oec.world/en/profile/hs/biodiesel-and-mixtures-thereof. Acesso em: 13 dez. 2024b.
OECD; FAO. Organization for Economic Co-Operation and Development; Food and Agriculture Organization. Biofuels. In: OECD; FAO. Agricultural Outlook 2016-2025. Paris: OECD Publishing, Paris, 2016.
PAGLIARO, M.; ROSSI, M.; SOCIETY, R. The future of glycerol: new uses of a versatile raw material. Cambridge: Royal Society Of Chemistry, 2008.
PARENTE, E. J. de S. Biodiesel: uma aventura tecnológica num país engraçado. Fortaleza: Tecbio, 2003.
REIS, E. Estatística descritiva. 7. ed. Lisboa: Edições Sílabo, 2008.
ROMÃO, Betânia Braz. Produção de etanol por hidrólise ácida de melaço de soja. 2011. 93 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Química) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2011.
SIQUEIRA, P. F.; Krap, S. G.; CARVALHO, J. C.; STURM, W.; RODRIGUEZ-LEON, J. A.; THOLOZAN, J. L.; et al. Production of bio-ethanol from soybean molasses by Saccharomyces cerevisiae at laboratory, pilot and industrial scales. Bioresource Technology, v. 99, n. 17, p. 8156–8163, 2008.
SOUZA, M. O. et al. O complexo de soja: aspectos descritivos e previsões. Pesquisa Operacional para o Desenvolvimento, v. 2, n. 1, 25 fev. 2010.
SOUZA, M. O. de; PIEDADE BACCHI, M. R. P.; ALVES, L. R. A. Análise de fatores que influenciam o processamento de soja no Brasil. Revista de Economia e Agronegócio, v. 17, n. 3, 8 jul. 2019.
SUHARA, A. et al. Biodiesel Sustainability: Review of Progress and Challenges of Biodiesel as Sustainable Biofuel. Clean Technologies, v. 6, n. 3, p. 886-906, 2024.
PAGLIARO, M.; ROSSI, M.; SOCIETY, R. The future of glycerol: new uses of a versatile raw material. Cambridge: Royal Society Of Chemistry, 2008.
QUAN, S. H.; MCNUTT, J.; YANG, J. Utilization of the residual glycerol from biodiesel production for renewable energy generation. Renewable and Sustainable Energy Reviews, v. 71, p. 63-76, maio 2017. DOI: https://doi.org/10.1016/j.rser.2016.12.110. Acesso em: 6 abr. 2024.
QUISPE, C. A. G.; J. R. CORONADO, C.; A. CARVALHO JR., J. Glycerol: Production, consumption, prices, characterization and new trends in combustion. Renewable and Sustainable Energy Reviews, v. 27, p. 475-493, nov. 2013. DOI: https://doi.org/10.1016/j.rser.2013.06.017. Acesso em: 6 abr. 2024.
RESÍDUOS bem-vindos. Revista Pesquisa Fapesp, 2012. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/residuos-bem-vindos/. Acesso em: 7 abr. 2024.
RODRIGUES, A.; BORDADO, J. C.; GALHANO DOS SANTOS, R. Upgrading the glycerol from biodiesel production as a source of energy carriers and chemicals – A technological review for three chemical pathways. Energies, v. 10, n. 11, p. 1.817, 2017.
SANTOS, R. R. dos; MYSZCZUK, A. P.; GLITZ, F. E. Z. Contract of sale in the soybean agroindustrial chain. Revista de Política Agrícola, v. 19, n. 2, p. 48-59, ref. 28, 2010.
TOLDRÁ-REIG, F.; MORA, L.; TOLDRÁ, F. Trends in biodiesel production from animal fat waste. Applied Sciences, v. 10, n. 10, p. 3.644, 2020.
USDA. United States Department of Agriculture. Biofuels Annual – Jakarta – Indonesia. Foreign Agricultural Service – FAS. Washington, D.C.: USDA, 2023a. Disponível em: https://apps.fas.usda.gov/newgainapi/api/Report/DownloadReportByFileName?fileName=Bio fuels%20Annual_Jakarta_Indonesia_ID2023-0018.pdf. Acesso em: 15 mar. 2024.
USDA. United States Department of Agriculture. Indonesia: Indonesia to Implement Biodiesel B35 in February 2023. Foreign Agricultural Service – FAS, Washington, D.C.: Usda, 2023b. Disponível em: https://fas.usda.gov/data/indonesia-indonesia implement-biodiesel-b35-february-2023. Acesso em: 15 mar. 2024.
USDA. United States Department of Agriculture. USDA – Brazil: 2011/12 Soybean Production Estimate Reduced to 70 MMT. Disponível em: https://apps.fas.usda.gov/newgainapi/api/Report/DownloadReportByFileName?fileName=Oil seeds+and+Products+Update_Brasilia_Brazil_2-24-2012.pdf. Acesso em: 10 ago. 2023c.
USDA. United States Department of Agriculture. Foreign Agricultural Service. Disponível em: https://apps.fas.usda.gov/psdonline/app/index.html#/app/advQuery. Acesso em: 10 ago. 2023d.
YANG, F.; HANNA, M. A.; SUN, R. Value-added uses for crude glycerol – a byproduct of biodiesel production. Biotechnology for Biofuels, v. 5, p. 1-10, 2012.
ZHOU, W. et al. Study on the Frying Performance Evaluation of Refined Soybean Oil after PLC Enzymatic Degumming. Foods, v. 13, n. 2, p. 275, 2024.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Direitos autorais (c) 2025 Helena de Moraes Santos, Fernanda Cigainski Lisbinski, Rodrigo Peixoto da Silva, Nicole Rennó Castro

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Ao publicar na Revista Desenvolvimento em Questão, os autores concordam com os seguintes termos:
Os trabalhos seguem a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), que permite:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato;
Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim, inclusive comercial.
Essas permissões são irrevogáveis, desde que respeitados os seguintes termos:
Atribuição — Atribuição — os autores devem ser devidamente creditados, com link para a licença e indicação de eventuais alterações realizadas.
Sem restrições adicionais — não podem ser aplicadas condições legais ou tecnológicas que restrinjam o uso permitido pela licença.
Avisos:
A licença não se aplica a elementos em domínio público ou cobertos por exceções legais.
A licença não garante todos os direitos necessários para usos específicos (ex.: direitos de imagem, privacidade ou morais).
A revista não se responsabiliza pelas opiniões expressas nos artigos, que são de exclusiva responsabilidade dos autores. O Editor, com o apoio do Comitê Editorial, reserva-se o direito de sugerir ou solicitar modificações quando necessário.
Somente serão aceitos artigos científicos originais, com resultados de pesquisas de interesse que não tenham sido publicados nem submetidos simultaneamente a outro periódico com o mesmo objetivo.
A menção a marcas comerciais ou produtos específicos destina-se apenas à identificação, sem qualquer vínculo promocional por parte dos autores ou da revista.
Contrato de Licença (para artigos publicados a partir de 2025): Os autores mantêm os direitos autorais sobre seu artigo, e concedem a Revista Desenvolvimento em Questão o direito de primeira publicação.
