Compreendendo a territorialidade da governança urbana: a rede, os laços e as teias em Florianópolis
DOI:
https://doi.org/10.21527/2237-6453.2024.61.16168Palavras-chave:
Governança urbana, arenas públicas, pesquisa-extensão, ciência engajada, experimentalismo democrático, inovação socialResumo
Este estudo tem como objetivo compreender a governança urbana de Florianópolis a partir da ecologia política dos atores mobilizados em torno das questões da cidade. Busca-se contribuir com uma perspectiva territorializada e situada da governança urbana, voltada aos processos cotidianos e aos campos de experiência, recuperando a diversidade da ecologia política dos territórios. A pesquisa faz parte do escopo do Observatório de Inovação Social de Florianópolis (Obisf) e foi construída com base na metodologia da etnografia de arenas públicas, por meio da Jornada sobre Questões Urbanas, um processo de pesquisa aplicada e implicada em parceria com o Fórum de Governança EcoSocial dos Bens Comuns de Florianópolis (Fórum Ecoar). O reconhecimento desta ecologia política plural permitiu identificar, a partir das interações entre os atores mapeados, os laços entre eles e uma série de “teias” que conforma a rede do ecossistema voltado a responder a uma diversidade de questões. Essas “teias” dizem respeito a modos bastante típicos e próximos de engajamento com a cidade, tendo cada teia uma narrativa singular sobre o seu “projeto de cidade”, bem como estratégias e ações concretas para colocá-lo em prática. Com o aprofundamento da cartografia foram evidenciadas 12 teias que conformam o ecossistema, sendo 9 delas mais aprofundadas neste estudo. Com isso, foi possível identificar uma ecologia política plural que permite compreender, de forma mais profunda, como os atores se engajam, agem e influenciam na governança da cidade e coproduzem inovação social.
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