MUDANÇAS CLIMÁTICAS E OS REFUGIADOS DO CLIMA COMO UMA QUESTÃO DE SEGURANÇA HUMANA: REPENSANDO A PROTEÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS E O MULTILATERALISMO NO SÉCULO 21
DOI:
https://doi.org/10.21527/2317-5389.2020.16.238-259Keywords:
Climate Change, Multilateralism, Climate Refugees, Environmental Refugees, UN, World PeaceAbstract
Climate Change has already had harmful consequences on various dimensions of human life. With robust predictions and several studies that already point to several severe and persistent effects on various aspects of human life in society, these risks range from impacts on energy sources to issues involving food security to social and health problems that displacement. forced caused by it also causes. By the year 2050, an estimated 150 to 250 million people will be forced to leave their homes, communities and their own national territories because of droughts, desertification, rising sea levels, losses. crops, extreme weather events and other adverse effects of climate change. It is, therefore, an announced crisis of human security and of international relations unprecedented in human history. Given this, this paper aims to draw a brief overview of the complex interconnections of this theme and to perform a historical-critical analysis of the current stage of protective protection of this displaced population and the existing institutions of law that can support them and ensure the protection of human dignity, a study conducted mainly from the perspective of Historical Materialism and Risk Society Theory, which seeks to analyze, in particular, the role of the UN and its organs, climate negotiations and international multilateralism in this thematic area of the law and international policy as indispensable elements for the maintenance of world peace.
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