APTIDÃO FÍSICA EM FUNÇÃO DO RISCO CARDIOVASCULAR POR MEIO DA RELAÇÃO CINTURA ESTATURA DE SEDENTÁRIOS

  • Reginaldo Luiz do Nascimento Universidade Tiradentes (UNIT) – Polo Petrolina
  • José Roberto Andrade do Nascimento Junior Universidade Federal do Vale do São Francisco.
  • Layane Costa Saraiva Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF)
  • Lélio Ferreira dos Santos Universidade Tiradentes UNIT
  • Marcus Vinicius Oliveira Carneiro Universidade Federal do Vale do São Francisco
  • Flavio de Sousa Araujo Universidade Federal do Vale do São Francisco.
  • Ferdinando Oliveira Carvalho Universidade Federal do Vale do São Francisco
Palavras-chave: Aptidão física, Risco, Composição Corporal, Antropometria, Comportamento Sedentário

Resumo

O objetivo do estudo foi comparar a aptidão física de indivíduos sedentários da cidade de Petrolina-PE em função do sexo, faixa etária e risco cardiovascular por meio da relação cintura estatura. A amostra foi composta por 3.173 indivíduos de ambos os sexos, considerados sedentários e com faixa etária entre 18 a 64 anos. Foram coletadas massa corporal, estatura, circunferência da cintura e do quadril, dobras cutâneas, testes motores (flexibilidade, flexão de cotovelo e flexão de tronco), pressão arterial sistólica e diastólica e frequência cardíaca de repouso, e posteriormente calculada relação cintura quadril e cintura estatura e pressão arterial média, e foi estimado o volume máximo de oxigênio. Para a análise dos dados, foram utilizados os testes “U” de Mann-Whitney e Kruskal-Wallis, sendo adotada  uma de significância de p<0,05. Os resultados evidenciaram que houve diferenças significativas (p < 0,05) em todas as medidas avaliadas em relação ao sexo de indivíduos sedentários. Os resultados foram significativos quando comparado às faixas etárias dos sexos masculino e feminino para todas as variáveis dentro dos percentis 25, 50 e 75, e também quando comparado os grupos de menor e maior risco cardiovascular. Concluiu-se que participantes homens possuem melhor aptidão física que as mulheres, sendo que esta tende a piorar com o avançar da idade para ambos os sexos, além do que os sujeitos classificados com maior risco cardiovascular apresentaram pior aptidão física.

Biografia do Autor

Reginaldo Luiz do Nascimento, Universidade Tiradentes (UNIT) – Polo Petrolina

Mestre em Ciências da Saúde e Biológicas - Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), Petrolina. Professor da Universidade Tiradentes (UNIT) – Polo Petrolina.

José Roberto Andrade do Nascimento Junior, Universidade Federal do Vale do São Francisco.

Doutor em Educação Física - Universidade Estadual de Maringá/ Universidade Estadual de Londrina (UEM/UEL). Professor do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física - Universidade Federal do Vale do São Francisco.

Lélio Ferreira dos Santos, Universidade Tiradentes UNIT

Graduando em Educação Física - Universidade Tiradentes UNIT.

Marcus Vinicius Oliveira Carneiro, Universidade Federal do Vale do São Francisco

Mestre em Ciências da Saúde e Biológicas - Universidade Federal do Vale do São Francisco

Flavio de Sousa Araujo, Universidade Federal do Vale do São Francisco.

Mestre em Ciências da Saúde e Biológicas - Universidade Federal do Vale do São Francisco. 

Ferdinando Oliveira Carvalho, Universidade Federal do Vale do São Francisco

Doutor em Educação Física - Universidade Católica de Brasília. Professor do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física - Universidade Federal do Vale do São Francisco.

Publicado
2020-11-04
Como Citar
do NascimentoR. L., do Nascimento JuniorJ. R. A., SaraivaL., dos SantosL. F., CarneiroM. V. O., AraujoF. de S., & CarvalhoF. O. (2020). APTIDÃO FÍSICA EM FUNÇÃO DO RISCO CARDIOVASCULAR POR MEIO DA RELAÇÃO CINTURA ESTATURA DE SEDENTÁRIOS. Revista Contexto & Saúde, 20(40), 94-101. https://doi.org/10.21527/2176-7114.2020.40.94-101
Seção
Exercício Físico & Saúde