O BRINCAR DE MÃES E BEBÊS COM E SEM HISTÓRICO DE SOFRIMENTO PSÍQUICO

  • Patricia Menezes Schmitt Universidade Federal de Santa Maria
  • Sabrina Felin Nunes Universidade Federal de Santa Maria
  • Anaelena Bragança de Moraes
  • Ana Paula Ramos de Souza Universidade Federal de Santa Maria
Palavras-chave: Brinquedo; Desenvolvimento Infantil; Fatores de Risco; Linguagem; Cognição.

Resumo

Objetivo: Analisou-se a evolução do brincar em bebês com e sem risco psíquico e sua relação com o desenvolvimento infantil de nove aos 24 meses. Estudo quantitativo, observacional, retrospectivo. Método: A obtenção dos dados foi através do roteiro de análise do brincar, elaborado nesta pesquisa. Foram observados os aspectos cognitivos do brincar do bebê, a relação intersubjetiva e análise do investimento materno. Avaliaram-se 32 bebês e suas mães. Foram utilizados os indicadores clínicos do desenvolvimento infantil e os sinais PREAUT para detecção do risco psíquico. Resultados: Houve associação significativa no prazer da criança em relação ao risco na experiência com o objeto, bem como o prazer e empenho maternos no brincar. Com relação ao uso criativo do objeto nas crianças com risco aparece mais tardiamente do que no grupo sem sofrimento psíquico, aos 18 meses. Conclusão: As crianças com sofrimento psíquico e suas mães apresentaram menos construções criativas em relação às sem sofrimento.

Publicado
2020-06-30
Como Citar
SchmittP., NunesS., de MoraesA., & de SouzaA. P. (2020). O BRINCAR DE MÃES E BEBÊS COM E SEM HISTÓRICO DE SOFRIMENTO PSÍQUICO. Revista Contexto & Saúde, 20(38), 217-227. https://doi.org/10.21527/2176-7114.2020.38.217-227
Seção
Contexto & Saúde - Geral