LA JUSTICIA RESTAURATIVA EN EL SISTEMA PENAL JUVENIL: LAS EXPERIENCIAS DE BRASIL Y CHILE
DOI:
https://doi.org/10.21527/2176-6622.2020.53.221-232Palabras clave:
Brasil; Chile; Justicia restaurativa; sistema penal juvenil.Resumen
La Justicia Restaurativa permite una nueva mirada a la pacificación de los conflictos y la armonización de las relaciones sociales. Con este fin, el presente estudio tiene como objetivo analizar cómo ocurre el proceso de implementación de las prácticas de Justicia Restaurativa juvenil en Brasil y Chile y cómo las políticas públicas y el sistema de justicia penal juvenil de cada país facilitan y/o dificulta este proceso. Para lograr este objetivo, se hacen la siguiente pregunta: ¿cuáles son los procesos sociales, políticos y económicos que facilitan y/u obstaculizan la implementación de prácticas de Justicia Restaurativa juvenil en Brasil y Chile como políticas públicas que forman parte del sistema de justicia? El estudio, desarrollado a través de un método de enfoque deductivo y la búsqueda documental y bibliográfica como técnica de investigación, se estructura en tres momentos: en el primero, describe un panorama de la Justicia Restaurativa juvenil en Brasil, en el segundo momento, trae a la discusión la realidad de la Justicia Restaurativa juvenil en Chile y, en el tercer subcapítulo, hace algunas consideraciones comparativas entre los dos modelos. Los resultados muestran cómo cada país implementa programas de Justicia Restaurativa juvenil en escenarios legales cercanos pero diferentes. Aunque Brasil y Chile tienen, en cierta medida, sistemas jurídicos e instituciones jurídicas sólidos, la aplicación de la Justicia Restaurativa debe concebirse y analizarse como una posibilidad de modernizar la comprensión y las formas de abordar los conflictos.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Ao publicar na Revista Direito em Debate, os autores concordam com os seguintes termos:
Os trabalhos seguem a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), que permite:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato;
Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim, inclusive comercial.
Essas permissões são irrevogáveis, desde que respeitados os seguintes termos:
Atribuição — os autores devem ser devidamente creditados, com link para a licença e indicação de eventuais alterações realizadas.
Sem restrições adicionais — não podem ser aplicadas condições legais ou tecnológicas que restrinjam o uso permitido pela licença.
Avisos:
A licença não se aplica a elementos em domínio público ou cobertos por exceções legais.
A licença não garante todos os direitos necessários para usos específicos (ex.: direitos de imagem, privacidade ou morais).
A revista não se responsabiliza pelas opiniões expressas nos artigos, que são de exclusiva responsabilidade dos autores. O Editor, com o apoio do Comitê Editorial, reserva-se o direito de sugerir ou solicitar modificações quando necessário.
Somente serão aceitos artigos científicos originais, com resultados de pesquisas de interesse que não tenham sido publicados nem submetidos simultaneamente a outro periódico com o mesmo objetivo.
A menção a marcas comerciais ou produtos específicos destina-se apenas à identificação, sem qualquer vínculo promocional por parte dos autores ou da revista.
Contrato de Licença (para artigos publicados a partir de 2026): Os autores mantém os direitos autorais sobre seu artigo, e concedem à Revista Direito em Debate o direito de primeira publicação.








