The student with dyslexia in school: A perspective from inclusive pedagogical proposals
DOI:
https://doi.org/10.21527/2179-1309.2025.122.16681Keywords:
Reading disorder, teaching and learning, importance of readingAbstract
This work stems from an interest in seeking methodologies that favor pedagogical practice with a focus on the inclusive work of children and young people who present a reading disorder defined as dyslexia. We note that it is essential to adapt school contexts in order to ensure quality teaching and learning for students. Thus, based on the theoretical perspectives of Dehaene (2012), Petrossi (2004), Castrillon (2013), Leffa (2006), Sampaio (2014), Kleiman (2000), Batista (2017), among others, this work was divided into three chapters: the importance of reading and the place of the student with dyslexia in this process; dyslexia and its effects; and, finally, the game as a pedagogical support tool. For the research, we sought to list the main deviant processes during oral reading in children and young people diagnosed with dyslexia. In addition, we developed a game with stimulus activities to increase phonemic awareness, starting from the identification and recognition of syllables, words, and sounds, applying and analyzing its effectiveness through reading tests and game organization, which is the main objective of this work. The participants in this research were children and young people diagnosed with dyslexia. In total, there were five participants aged nine (09) to twelve (12) years. After applying the game, we observed that the milder cases of dyslexia showed fewer difficulties than the participants with more advanced stages. Despite presenting different degrees of progress with the game, all showed an interest in learning.
References
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DISLEXIA. Como interagir com o disléxico na sala de aula. Disponível em: http://dislexia.org.br/v1/index.php/health-living-c/140-como-interagir-com-o-dislexico-em-sala-de-aula. Acesso em: 22 jul. 2022.
BATISTA, Jeize de Fátima; GONCALVES, Ana Cecília Teixeira; ZIESMANN, Cleusa Inês. Dislexia e os desafios do processo de Ensino e Aprendizagem no ambiente escolar. In: ZIESMANN, Cleusa Inês; BATISTA, Jeize de Fátima; DANTAS, Nozangela Maria Rolim Dantas (Orgs). Educação Inclusiva e Formação Docente: olhares que se entrelaçam. 1ed. Campinas, SP: Pontes, 2020. p. 19- 38.
BATISTA, Jeize de Fátima. O software como ferramenta de ensino: estimulando a leitura em crianças e jovens diagnosticados com dislexia. Tese de Doutorado em Letras - Centro Universitário Ritter dos Reis, Porto Alegre, 2017.
BRAGA, Regina M.; SILVESTRE, Maria de F. Barros. Construindo o leitor competente. São Paulo: Petrópolis, 2002.
BRASIL. Lei nº 13.146, de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), Brasília, 2015. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm. Acesso em: 30 jul. 2022.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Diretrizes operacionais da educação especial para o atendimento educacional especializado na educação básica. Disponível em http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=428-diretrizes-publicacao&Itemid=30192. Acesso em: 26 jul. 2022.
CASTRILLON, Luciana Maria Teixeira. Problemas de aprendizagem, soluções de aprendizagem: respostas instrucionais para as necessidades de cada aprendiz. In: ALVES, Luciana; MOUSINHO, Renata; CAPELLINI, Simone. Org(s). Dislexia: novos temas, novas perspectivas. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2013. p.371-404.
DEHAENE, Stanislas. Os neurônios da leitura: como a ciência explica nossa capacidade de ler. Porto Alegre: Penso, 2012.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
KLEIMAN, Ângela. Texto e leitor: Aspectos cognitivos da leitura. 7ª ed. - Campinas, SP: Pontes, 2000.
LEFFA, Vilson J. Aspectos de leitura. Porto Alegre, Sagra: DC Luzzatto, 1996.
MASSI, Giselle. A dislexia em questão. São Paulo: Plexus Editora, 2007.
NEVES, Maria da Graça Gonçalves Cunha. Investigação de processos neurolinguísticos de sujeitos com distúrbios significativos de leitura/escrita em contextos/acadêmicos. 2014. 100 f. Dissertação (Mestrado em Letras) - Universidade Católica de Pelotas, Pelotas, 2014. Disponível em: http://tede.ucpel.edu.br:8080/jspui/handle/tede/361. Acesso em: 29 jul. 2022.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Classificação de transtornos mentais e de comportamentos da CID 10: descrições clínicas e diretrizes diagnósticas. Porto Alegre: Artes Médicas,1993.
PETROSSI, Eduardo. O que é Dislexia. Revista Superinteressante. Edição 207, dezembro de 2004. Disponível em: http://super.abril.com.br/ciencia/o-que-edislexia. Acesso em: 26 jul. 2022.
SAMPAIO, Sampaio. Aspectos Neuropsicopedagógicos da Dislexia e sua influência em sala de aula. In: SAMPAIO, Simaia; FREITAS, Ivana Braga (Orgs.) Transtornos e dificuldades de aprendizagem: entendendo melhor os alunos com necessidades educativas especiais. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2014.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Revista Contexto & Educação

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
a. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
c. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).