Perspectivas ocupacionais de jovens com transtorno do espectro do autismo concluintes do ensino médio
DOI:
https://doi.org/10.21527/2179-1309.2026.123.17509Palavras-chave:
Transtorno do Espectro Autista, Perspectivas Ocupacionais, Jovens, Ensino MédioResumo
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é marcado por dificuldades na comunicação e interação social que impactam no cotidiano das pessoas. O objetivo deste estudo qualitativo e transversal é compreender as perspectivas ocupacionais dos jovens com TEA concluintes do ensino médio. Os participantes foram cinco jovens, entre 16 e 18 anos, de diferentes níveis socioeconômicos, residentes em cidades da região Sudeste do Brasil. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas em formato online tratadas com a análise de conteúdo. Do contato inicial com os participantes até a realização das entrevistas, transcorreram-se, em média, 45 dias, com afastamentos, momentos de dúvidas por parte deles, sendo necessária a presença da mãe como mediadora e conforto/segurança para ingresso e ou permanência nas entrevistas. Os/as participantes apresentaram perspectivas ocupacionais semelhantes aos jovens com desenvolvimento neurotípico de mesmo nível sócio-econômico, aspirando o ingresso no ensino superior e no mercado de trabalho, com dúvidas em relação à escolha dos cursos universitários. Sobre os relacionamentos amorosos, os jovens apresentaram incertezas e despreparo para habilidades relacionais, dificultando a vivência imediata e projetando-as para o futuro. Os estudantes com TEA que conseguem alcançar o ensino médio se encaixam no perfil de menor demanda de suporte e apresentam, cognitivamente, condições de projetar a continuidade de estudos e inserção no trabalho. No entanto, apresentam dificuldades relacionais que dificultam ou impedem a entrada e a permanência em relações, seja em entrevistas, seja em experiências amorosas.
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