HIPERVULNERABILIDAD DEL CONSUMIDOR IDOSO EN CONTRAPONTO AL AUMENTO DE LAS MENSUALIDADES DE LOS PLANES DE SALUD EN RAZÓN DE LA EDAD, A PARTIR DEL JUICIO DEL RECURSO ESPECIAL REPETITIVO (REsp 1.568.244 / RJ) POR EL STJ
DOI:
https://doi.org/10.21527/2176-6622.2019.51.34-48Palabras clave:
Derecho del consumidor. Hipervulnerabilidad del anciano. Planos de salud. REsp 1.568.244 / RJ. Superior Tribunal de Justicia.Resumen
El presente artículo, a través del método deductivo y de investigación teórica y jurisprudencial, pretende demostrar que la decisión del Superior Tribunal de Justicia, en el juicio del tema repetitivo 952 y con base en el REsp 1.568.244 / RJ, con el pretexto de estandarizar la interpretación judicial sobre los reajustes abusivos en las mensualidades de los planes de salud del anciano, importó en grave retroceso a la tutela del consumidor, en la medida en que supervalorizó el vetusto principio del pacta sunt servanda en las relaciones de consumo y, además, atribuyó autoridad decisoria irrecurrible a la Agencia Nacional de Salud en cuanto al reajuste de las mensualidades, dejando para una improbable revisión judicial el concepto de onerosidad excesiva en el análisis del caso concreto. Se concluye que el precedente en referencia ignora la condición de hipervulnerabilidad del consumidor de edad, favoreciendo la transferencia del riesgo de la actividad económica de las Administradoras de Planes a la parte más débil en la relación de consumo, comprometiendo el propio acceso a la salud.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Ao publicar na Revista Direito em Debate, os autores concordam com os seguintes termos:
Os trabalhos seguem a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), que permite:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato;
Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim, inclusive comercial.
Essas permissões são irrevogáveis, desde que respeitados os seguintes termos:
Atribuição — os autores devem ser devidamente creditados, com link para a licença e indicação de eventuais alterações realizadas.
Sem restrições adicionais — não podem ser aplicadas condições legais ou tecnológicas que restrinjam o uso permitido pela licença.
Avisos:
A licença não se aplica a elementos em domínio público ou cobertos por exceções legais.
A licença não garante todos os direitos necessários para usos específicos (ex.: direitos de imagem, privacidade ou morais).
A revista não se responsabiliza pelas opiniões expressas nos artigos, que são de exclusiva responsabilidade dos autores. O Editor, com o apoio do Comitê Editorial, reserva-se o direito de sugerir ou solicitar modificações quando necessário.
Somente serão aceitos artigos científicos originais, com resultados de pesquisas de interesse que não tenham sido publicados nem submetidos simultaneamente a outro periódico com o mesmo objetivo.
A menção a marcas comerciais ou produtos específicos destina-se apenas à identificação, sem qualquer vínculo promocional por parte dos autores ou da revista.
Contrato de Licença (para artigos publicados a partir de 2026): Os autores mantém os direitos autorais sobre seu artigo, e concedem à Revista Direito em Debate o direito de primeira publicação.








